À medida que a tecnologia ganha centralidade no negócio, fragilidades de governança, priorização e execução deixam de ser pontuais e passam a comprometer resultados.
Baixa capacidade de execução com cadência e previsibilidade
Desalinhamento entre estratégia do negócio e decisões de tecnologia
Governança insuficiente para sustentar prioridades e compromissos
Entregas sem captura clara de valor para o negócio
TI operando de forma reativa, como atendimento de demanda, e não como construção de capacidade
Modelo de gestão de TI sem maturidade compatível com a complexidade da operação
Se dois ou mais desses sinais descrevem o seu cenário, o problema provavelmente não está em uma entrega específica, mas na forma como a tecnologia está estruturada para decidir, priorizar e executar.
Estruturação de processos e fóruns de decisão que conectam tecnologia e estratégia de negócio. Inclui definição de papéis, critérios de priorização, mecanismos de acompanhamento e alinhamento entre áreas executivas.
Organização da arquitetura tecnológica para garantir coerência entre sistemas, plataformas, dados e iniciativas digitais. O objetivo é reduzir complexidade, explicitar dependências e permitir evolução tecnológica sustentável.
Definição de modelo operacional, responsabilidades, rituais de gestão e mecanismos de execução que sustentem previsibilidade e eficiência nas iniciativas de tecnologia.
Estruturação da tomada de decisão sobre investimentos em tecnologia, conectando valor de negócio, riscos, dependências e capacidade de execução.
Apoio a processos de modernização tecnológica, reorganização de plataformas e evolução de capacidades digitais, sempre com foco em sustentabilidade operacional e geração de valor.
ABORDAGEM
Como estruturamos decisões em ambientes complexos
Nossa atuação se apoia em cinco critérios que orientam a forma como a Sintara estrutura decisões, organiza prioridades e apoia transformações em tecnologia.
Clareza diagnóstica
Partimos de uma leitura objetiva do cenário para identificar o que compromete coerência, qualidade das decisões e capacidade de execução.
Consistência estrutural
Organizamos decisões, estruturas e responsabilidades de forma integrada, evitando respostas pontuais para problemas que são sistêmicos.
Aderência ao contexto
As recomendações precisam fazer sentido para a realidade da organização, considerando seu estágio de maturidade, seus limites e sua capacidade de execução.
Clareza de escopo
Nomeamos com precisão o que precisa ser estruturado, o que precisa ser decidido e o que exige outras frentes de atuação.
Viabilidade operacional
Toda direção proposta precisa ser sustentável na prática, com atenção a impacto, dependências e complexidade de implementação.
ANTONIO ANDRÉ
FUNDADOR · CONSULTOR PRINCIPAL
São mais de 20 anos liderando tecnologia em um dos ambientes mais exigentes do Brasil — o mercado financeiro regulado pelo BACEN. Ao longo desse período, passou por todos os níveis da cadeia de TI: da arquitetura e dados à estratégia executiva, da gestão de times ao boardroom.
Por 18 anos na B3 — a bolsa de valores do Brasil, onde os sistemas não podem falhar — construiu uma visão de TI que poucos têm: a de quem sabe o que acontece quando governança é ausente, quando a arquitetura cede sob pressão, quando a TI opera sem estratégia. E sabe como estruturar para que isso não ocorra.
Como Head of IT no Advanced Grupo e na Moneycorp Banco de Câmbio, liderou a transformação de TI como eixo estratégico do negócio — criando comitês de portfólio, conduzindo PETI e PDTI, gerenciando OPEX e CAPEX e estruturando times por domínio em ambientes supervisionados pelo regulador.
Fundou a Sintara com uma convicção clara: o problema das empresas raramente é técnico — é estrutural. E estrutura se constrói com método, não com urgência.